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Chace Crawford concedeu uma entrevista e um ensaio fotográfico para o famoso site Coveteur; confira a matéria traduzida e adaptada por nossa equipe:

Enquanto eu estava pensando sobre como eu introduziria esta matéria, eu disse a mim mesma que não perderia muito tempo falando sobre Gossip Girl. Mantenho o mínimo de referências a Nate Archibald. (Isso provavelmente ajuda, embora eu estivesse inserida naquela era e assistido a episódios ocasionais, nunca assisti de forma consistente o suficiente para realmente conhecer os personagens). Uma busca breve no Google lhe dirá o porquê: Chace Crawford e Gossip Girl não se dissociam. Mas este ano é diferente.

“Eu realmente não me canso disso. É duro. Você sabe, você é colocado um pouco em uma caixa. É uma faca de dois gumes, mas eu sou muito grato por toda a experiência. Foi maravilhoso morar em Nova York por 7 anos e trabalhar com essas pessoas”, ele me disse quando perguntei se ele estava cansado dessa correlação. Estamos sentados em grandes cadeiras de couro cercadas por falsos livros de biblioteca e retratos de vacas com chapéu (sim, é verdade) no Hudson New York, enquanto ele se perde quanto ao tempo que passou nessa cidade. “Todos os meus bons amigos ainda vivem aqui, então estou tentando ver pessoas diferentes toda noite”. É uma grande semana para Crawford, que acaba de estrear seu filme Charlie Says – uma versão arrepiante de como três mulheres ficaram encantadas com o líder cult Charles Manson  – e sua nova série da Amazon em julho, The Boys, que pode marcar a maior evolução no repertório de sua carreira: uma comédia de ação.

“Você não precisa olhar para eles. Eles são loucos. Eles me mandaram todos os 12 deles, e eu passei por cerca de três, e eu estava tipo, ‘OK, chega”, ele me avisa, rindo, quando falamos sobre as histórias em quadrinhos do mesmo nome com as quais ele se preparou para a trama. Crawford interpreta um pseudo-anfíbio “dufus, personagem de Aquaman bobo” no satírico show de anti-heróis. Mas não confunda com qualquer outra coisa; isso não é aquilo que é interpretado por Seth Rogan e Evan Goldberg.“Eu peguei os lados e fiquei instantaneamente tipo, ‘eu conheço esse cara’. Eu senti que tinha uma boa pegada no personagem comedicamente”, diz Crawford. “Eu li o roteiro e foi bem original, muito bizarro, bonito e com meu senso de humor” . Entre os golfinhos voadores, o brilho estiloso de cenas sangrentas e pura adrenalina, o espetáculo aborda narrativas da vida real. “[The Boys] está falando sobre questões reais através das lentes de [um show satírico de super-heróis]. A combinação de política e celebridade ou fama e abuso de poder e corrupção é boa”.

Seis meses no set em Toronto no verão passado, em interpretações cômicas de uniformes de super-heróis, fizeram algumas boas histórias para levar para L.A. “Nossos ternos de super-heróis são meio loucos. O meu foi o mais fácil, mas Antony [Starr], ele interpreta Homelander. Ele está como um terno do Super-Homem. É um pouco mais quente para ele ”, ri Crawford.

Desde que ele está de volta à sua jornada no universo de “The Boys”, Crawford aproveita seus dias de folga caminhando com seu cachorro, Shiner, ou fazendo uma maratona de shows de TV por conta própria. “Eu sou muito tradicional hoje em dia. Eu tento ir à academia de manhã cedo e tenho começado a cozinhar. Eu posso cozinhar um bom Coq au Vin, assar um bom frango e fazer um bom café da manhã. O estilo de vida L.A. realmente chegou a mim ”, ele admite.

Uma coisa que sabemos com certeza é que esta não é a última vez que veremos Chace Crawford sob uma nova luz. “Estou apenas começando a fazer algumas comédias, fazer algumas improvisações e me divertir com isso”.

Fonte: Coveteur

Tradução & Adaptação: Equipe Upper GGFans

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A série “You”, produzida por Greg Berlanti, de “Riverdale“, chegou à Netflix fazendo estardalhaço no Brasil e trouxe de volta à TV Penn Badgley, o Dan Humphrey de “Gossip Girl”. Mas por pouco o ator de 32 anos não ficou de fora de um dos principais êxitos de 2018 no mundo cada vez mais rico das séries.

“Eu não queria fazer o personagem – era demais. Eu entrei em conflito com a natureza do personagem. Se isso fosse uma história de amor, o que estaria dizendo? Não é uma série comum; é um experimento social”, disse o ator em entrevista à Entertainment Weekly.

Foi só quando Berlanti e Sera Gamble, co-criadora da série, foram a fundo na personalidade de Joe, um cara que persegue uma garota por quem se apaixona platonicamente – e acaba tendo um romance com ela. “O que foi fundamental para que eu mergulhasse de cabeça foram minhas conversas com Greg e Sera, os criadores. Entendi a humanidade de Joe. Sabia que eu estaria em conflito sobre o papel do primeiro até o último dia de filmagem e foi por isso que eles pensaram que eu seria perfeito para isso: eu não era obcecado por interpretar alguém com essa natureza”, contou Badgley.

A primeira temporada da série, produzida pelo Lifetime (o mesmo canal de “The Sinner“) estreou nos Estados Unidos em setembro e está disponível na Netflix. A história é baseada no livro de mesmo nome, escrito por Caroline Kepnes. Joe, o personagem de Badgley, começa a stalkear a aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail).




Leighton Meester foi matéria da edição de dezembro da revista americana Men’s Journal. Confira abaixo a entrevista completa traduzida pela nossa equipe.

Como é misturar o seu lado cômico com Brad Garrett e Taran Killam em Single Parents?

É maravilhoso trabalhar com homens generosos que não lideram com seus egos. Me ajuda a sentir que posso ser o meu melhor, seja tentando fazer uma piada ou trazendo emoções para uma cena. A generosidade deles me traz confiança. Minha personagem é engraçada pois ela se importa muito e não é tão doce.

É parecido com o seu senso de humor?

Eu não gosto de piadas malvadas, mas uma das minhas coisas favoritas é “zoar” meu marido e meus amigos.

Então você gosta de “zoar”, mas não gosta de ser “zoada”?

Eu aguento. Mas as vezes posso ficar sensível e não gostar.

Você tem uma filha de 3 anos, Arlo. O que mudou em você depois que se tornou mãe?

Ainda que tenha um certo senso de perda de quem eu era antes de me tornar mãe, eu acho incrível e meio que inacreditável que eu não sinto saudade do que eu era. O que me surpreendeu foi o quanto te faz explorar e lembrar a sua própria infância de maneiras que você nunca tinha reparado antes. Como reaprender a brincar e como ficar interessado em um pequeno brinquedo por meia hora, ou sentar em um canto do tapete e apenas observar e apreciar. Ser mãe é difícil, mas se você não puder rir, está fazendo isso errado.

Como é o seu marido (ator Adam Brody) como pai?

Ele é ainda acima e além do que eu esperava que ele seria como pai. Isso é algo que eu acho que muitas mulheres pensam quando elas conhecem alguém. Se você é como eu, é a primeira coisa que vai pensar.

Os padrões que definem um bom pai estão mudando?

Eu percebi que quando estou trabalhando as pessoas me perguntam uma ou mais vezes no dia “Quem está cuidando da Arlo?”, eu perguntei pro Adam se o fazem a mesma pergunta quando está gravando e ele disse que não. 

Ou eu vou pro playground e vai ter um pai com seus filhos, e todo mundo vai meio que aplaudir ele por isso… mas ele só está passeando com seus filhos. Não o faz menos homem, na verdade o torna mais viril se ele compartilhar a criação dos filhos e as tarefas domésticas.

Você é conhecida por seu papel em Gossip Girl como a rainha de um poderoso colégio. Você era a garota popular na vida real?

O colegial não foi a melhor época da minha vida. Honestamente, eu não frequentava muito a escola pois estava trabalhando e então eu me formei antes pra poder trabalhar como uma adulta. Eu certamente gostaria de ter sido mais confiante e me importado menos com o que as pessoas pensavam.

Eu acho que a maioria dos adolescentes se preocupam com isso.

É engraçado porque quando você diz isso, a primeira coisa que eu penso na verdade é no Trump – como ele se pesquisa no Google e fica irritado com os resultados.

Você namorou muito quando era mais nova?

Eu acho que comecei tarde. Eu costumava ir para festas onde as pessoas jogavam “gire a garrafa”, mas quando parava em mim eu falava que não, que era muito degradante. Eu apenas não queria fazer – principalmente se parasse em alguém que eu gostasse. No meu final de adolescência e nos 20 e poucos, na maioria das vezes eu não tinha namorado e nem procurava por um. Eu sabia que não estava pronta e não queria ficar rodando à toa.

Você gostava de estar sozinha?

Quando eu tinha 20 anos, depois de um término e colegas de quarto, eu comecei a morar sozinha. Eu gostava de ser independente, ter uma carreira e ganhar dinheiro pra trilhar meu próprio caminho. Eu adorava minha vida de solteira, ser eu mesma e não ter que sentir como se alguém estivesse me julgando por longos períodos.

Você fazia alguma coisa estranha, do tipo que as pessoas só fazem quando moram sozinhas?

Eu percebi que não precisava usar roupas. Minha quintessência Nova Iorque à noite quando eu era solteira e pedia comida, tomando um pote de sorvete Chocolate Therapy, tão clichê quanto parece, e assistindo programas de competição culinária como Chopped. Essa era minha “vibe”.

Você se interessou mais por cozinhar?

Bem, as cozinhas de Nova Iorque não são as melhores para se preparar uma refeição. Eu morava em um apartamento pequeno, e o fogão ficava em ângulo em que se você precisasse usar o forno, tinha que sair da cozinha pra conseguir abri-lo.

Como foi se mudar e morar com seu marido já que você gostava tanto de viver sozinha?

Houveram alguns problemas na hora de dividir as tarefas. Você literalmente vai da animação de namorar pra conversar sobre pagar contas. Eu sei que não parece romântico, mas até que é se vocês dois estiverem animados e ansiosos para esse novo capítulo. E mais, antes eu assistia muito Hoarders, então eu não tive problemas em me livrar de todas as nossas coisas repetidas.

 

Tradução e adaptação: Equipe Upper GGFans




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