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postado por Isadora Marques e categorizado como Penn Badgley, Séries, YOU
07.06.2019

Penn Badgley e Gina Rodriguez debatem sobre o porquê de seu personagem em “You” está longe de ser um herói.

Após estrelar como Dan Humphrey em Gossip Girl – série dos anos 2000, Penn Badgley recentemente estreou na série “You” onde interpreta o stalker e assassino (Joe Goldber). A primeira temporada da série foi ao ar na Lifetime e terá a sua sequência na Netflix. Gina Rodriguez que é a protagonista de “Jane the Virgin” ganhou globo de ouro e atua pela CW ao longo de 5 temporadas.

PENN BADGLEY: Acabei de assistir você passar por vários casamentos e noivados. Eu assisti ao seu programa nos últimos dois dias.

GINA RODRIGUEZ: Me casei várias vezes e agora vou me casar de verdade. Meu noivo (agora marido) dizia: “Não desperdice todas as suas lágrimas em um casamento falso”. Eu me envolvi há dois dias. Mas eu me sinto completo. Eu sei há duas temporadas que terminaríamos na quinta temporada. E você sabe como é poder concluir algo. Eu assisti “Gossip Girls” como uma louca.

PB: “Gossip Girl“.

GR: Desculpe!

PB: Tudo bem.

GR: Com “You“, vocês tiveram uma vida em outro lugar. Estar na Lifetime e não ver seu potencial, mas depois ir para outro serviço como o Netflix e ser exposto a muito mais pessoas.

PB: Foi uma experiência de quase morte. Houve um período de duas semanas em que fomos tecnicamente cancelados.

GR: Tudo o que eu conseguia ler era sobre o desejo de seu personagem. E seu personagem não é ótimo.

PB: Eu acho que a linha do tempo da Lifetime era “Até onde você está disposto a ir por amor?” Mas eu sempre pensei: “Não, não é isso.” Para mim, é como: “Até onde estamos dispostos a ir perdoar um homem branco mau?

GR: O que há com seus olhos malucos?

PB: Isso é algo sobre o qual as pessoas falam. Eu fico pensando “Isso não é atuar?

GR: Eu faço expressões faciais loucas em “Jane“. Elas sempre são tiradas de alguém que eu vi no trem em Nova York.

PB: Isso é totalmente estranho para mim. Não acho difícil acessar o que aparentemente as pessoas definem como astúcia ou até raiva. De alguma forma, as pessoas acham mais desonesto e charmoso. É como: “Estou matando pessoas na próxima cena“. E talvez haja algo nisso, que ainda não tenhamos evoluído o suficiente para não sermos atraídos. Essa é a coisa do homem branco malvado. As normas culturais nos inclinam a perdoar um certo tipo de pessoa, ou seja, alguém que se parece comigo, menos alguém que se parece com você. O personagem titular no meu caso é alguém que está fazendo coisas imperdoáveis e mesmo assim continuamos tentando descobrir como é que vamos perdoá-lo. Eu recebi muitas respostas no Twitter. Muito do que gostamos de chamar de sede.

GR: Ah, sim.

PB: Então eu tive essa resposta medida: “Talvez nos verifiquemos um pouco.” E fiquei muito satisfeito e surpreso ao ver o quanto isso elevou a conversa em torno dela. Eu acho que, se você não tomar cuidado, porque está no Netflix, você pode fazer isso com muita facilidade. E então você fica “Por que me sinto mal?” É uma coisa de meta. Você pode se apoiar no elemento da cultura pop e continuar a conversa fora da tela. Você descobriu isso, certo?

GR: Eu sinto que as complexidades da conversa sobre “Jane the Virgin” e a comunidade Latina são muito grandes. Porque a comunidade Latina não é monolítica. Portanto, é quase difícil ter a conversa em uma plataforma como o Twitter.

PB: O que eu mais gostei quando vi seu programa é que a plataforma positiva parece ser para mulheres jovens de todos os tipos.

GR: Foi bem ousado. Jennie Urman, o showrunner, queria escrever a história de uma mulher e, por acaso, colocou uma mulher morena no espaço. Eu acho que é por isso que ressoou tanto. Você ficou famoso por muito tempo.

PB: É chato para mim. Eu tenho um acrônimo para isso que acabei de criar. É horrível, cara, extremamente. Você está dançando no fio da navalha.

GR: Assim como: “Não me corte! Não me corte!

PB: Com que rapidez você sentiu?

GR: Eu tinha 30 anos, então eu era pobre por tanto tempo. Eu tinha sido um atriz lutando por tanto tempo. Eu não havia quitado minha dívida na NYU. Sempre parece imediato, porque você pensa: “Oh, eu estou lutando há 13 anos” para “Yay! Eu pago meu aluguel.” A única coisa sobre a fama é que é um teste constante do ego.

PB: E quando você vacila, é muito público. Quando você termina, é público.

GR: Ah, sim. Eu esqueci essa parte.

Fonte: Variety

Tradução e Adaptação: Equipe Gossip Girl Brasil.

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